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sábado, 2 de abril de 2011

A arte da guerra

A mídia revela que o mundo está em guerra. Ela ocorreu no Irã, no Iraque e no Afeganistão. Como a raiz de um câncer, chegou ao Haiti e voltou para o Oriente Médio promovendo conflitos na Tunísia, no Iêmen, na Líbia e na Síria. Outros países estão em alerta porque o mundo se prepara para a guerra.

Guerra – o que ela é? Abatimentos de aviões, mortes de civis, rajadas de tiros enfeitando os céus nas noites estrangeiras. Material fantástico para notícias, reportagens, documentários e elevação de status de jornalistas que veem o terror de perto. Ela representa o poder, o mais forte submetendo o mais fraco, o strike, o crash.

Guerra é sangue, derramado ou não. Existem tantas guerras para serem noticiadas e tantas vezes negligenciadas ( ou será que preferimos não dizer nada sobre elas?).

Guerras íntimas, de nós com nós mesmos, de nossas vozes interiores se degladiando sem parar. Guerras familiares, onde não há mediação e quando alguém mata alguém, física ou espiritualmente, através da calúnia, da difamação, do medo e do desespero. Guerra entre os sexos. Guerra entre ideologias. Guerra entre traficantes, por domínio de região e por agregação de mais viciados e mais tragédias sociais. Guerra aos pedófilos e aos estupradores. Guerra contra aqueles que maltratam os animais e contra aqueles que ferem a Terra. Guerra mercantil .

A Tsunami é uma guerra, os terremotos também bem como as enxurradas que invadem as cidades e matam apenas por reagirem ao lixo acumulado pelos homens em rios e ruas. Guerra contra o lixo. São tantas guerras.

Talvez seja por isso que Sun Tzu vê hoje, de onde ele estiver, seu clássico manual virar de novo best seller – A Arte da Guerra.